Adeus, velho amor
Que tenhas boa sorte
Amando quem não te quer
Adeus, velho amor
Sou réu confesso
Mas hoje vou me absolver
Fui prisioneiro
Do teu silêncio
Na cela do bem-querer
Mas o dia nasceu
Com o céu bem azul
E a vida voltou a florescer
Foi a rainha de Nassau
Que me tirou da grota
E me ensinou renascer
Te desejo sorte
Um até logo
E que aprenda a viver
Quero um dia te ver sorrindo
Não com a mão no rosto escondido
Mas com a alma inteira a florescer