Na exatidão de tuas mágoas,
lento orvalho se esclarece;
para tornar-te alegre, esmaece...
Na noite densa que já desce,
que será de tais pelejas?
Teu olhar triunfa junto ao meu...
A mesma ilusão:
seremos, enfim, iguais a todos —
nada além da natureza animal...
Do instinto — do que sinto —,
feniletilamina, dopamina,
endorfina... e ocitocina.
Para que dizer: “eu te amo”?
